| Clique na letra desejada:
Cabala.
Vasto corpo de conhecimento místico e esotérico judaico, baseado provavelmente
numa tradição antiquíssima e em interpretações ocultistas da Bíblia. A cabala,
como é conhecida hoje no Ocidente, data do século XIV. Consiste em antigas
doutrinas que tratam do simbolismo místico das letras e dos números. Existem
diferentes interpretações a respeito das fontes da cabala. Está relacionada aos
gregos e à interpretação pitagórica dos números e associacia-se também aos
gnósticos, uma antiga seita esotérica que remonta aos primórdios do
cristianismo. A cabala fala da luz, das suas emanações, do espaço e do tempo, do
misticismo das letras, do bem e do mal, da função do homem no cosmo, de outros
planos de existenciais povoados por anjos e demônios. Esses temas cabalísticos
coincidem, em muitos sentidos, com antigas crenças persas especialmente com a
doutrina dos dois princípios fundamentais opostos, o bem e o mal,
respectivamente, Ahura Mazda e Ariman. A área central associada ao estudo da
cabala é a Terra Santa, a Palestina. Em seguida ela foi transferida para a
Mesopotâmia, onde se desenvolveu de forma sistemática. Na Babilônia, foi
estudada em profundidade entre os séculos Vi e Xi, época em que começou a
penetrar na Europa. O mais sagrado de toso os livros cabalísticos é considerado
o Zohar,
revelado ao publico europeu por Moisés de Leon, em 1300. Com o aparecimento do
Zohar,
o estudo da cabala espalhou-se , mas, em compensação, essa escola de
conhecimento perdeu um pouco do seu antigo fascínio esotérico e secreto. A
influência da cabala namaioria dos magos modernos é incontestável. Eliphas Lévi,
Aleister Crowley e muitos outros viam na Árvore da Vida um dos símbolos
cabalísticos fundamentais, um diagrama da emanação do universo a partir do Uno,
a unidade escondida atrás de todas as coisas, e um plano para permitir ao homem
a escalada das dez sefiroth que
compõem a Árvore, até atingir a união com Deus. A Árvore da Vida é um diagrama
cósmico, revelando a estrutura do universo e as interpretações de seus múltiplos
fenômenos. O tarô, sistema também derivado da cabala, contém 22 cartas chamadas
arcanos maiores, os quais estão, segundo os cabalistas, relacionados com os 22
caminhos que ligam as sefiroth
da Árvore da Vida. Os arcanos maiores do tarô são considerados, assim, etapas
sucessivas que o praticante de magia deve vivenciar na sua trajetória em direção
a transcendência. O mago cabalista acredita que o homem é uma réplica em
miniatura do universo e de Deus e que ele necessita expandir a si mesmo,
espiritualmente, para tornar-se Deus.
Cabiros.
Divindades menores de origem grega. Eram cultuadas principalmente em Lennos,
Samotrácia, Tessália e Beócia. O mais velho dos cabiros era identificado ao deus
Dionisio e o mais jovem, a Hermes. Os romanos os identificavam com os penates,
deuses domésticos dos pagãos. Escritores gregos e romanos referem-se a eles como
entidades muito importantes na prática das artes mágicas.
Cacto.
Algumas tribos africanas acreditam que o cactos, plantas que crescem
principalmente em regiões desérticas, são objeto de veneração, pois abrigam as
almas que deram origem à raça humana.
Cadière, Catherine.
Nascida em Toulon, França, em 1709, foi a figura principal do último processo
formal por feitiçaria ocorrido na França, em 1731. Catherine foi educada em uma
estrita atmosfera religiosa e sonhava em se transformar em uma santa, Ela chegou
a ponto de declarar ao padre Jean Baptiste Girard (que mais tarde ela acuso de
tentar seduzi-la) ter tido uma visão de Deus lhe recomendava tornar-se
religiosa. Mas o padre, após manter-se em contato com ela durante vários meses,
tinha sérias dúvidas a respeito de sua vocação religiosa. Apesar disso,
recomendou que ela entrasse no convento de Ollioules. Ali ela começou cedo a
revelar sintomas de histerismo e insanidade. Foi enviada para casa e um outro
sacerdote, padre Nicholas, a submeteu a rituais de exorcismo. Foi nessa ocasião
que Catherine acusou o padre Girard de tê-la enfeitiçado e seduzido (duas outras
mulheres também acusaram essa padre jesuíta de sedução). O caso foi levado ao
tribunal de Aix e causou comoção em toda a Europa Ocidental, gerando uma
excitação só comparável ao famoso Caso Dreyfus, que aconteceu dois séculos mais
tarde. O júri de 24 membros dividiu-se: doze jurados queriam Girard fosse
condenado a morrer na fogueira e os outros doze pediam o enforcamento de
Catherine. Diante do impasse, o juiz decidiu remeter o sacerdote às autoridades
eclesiásticas e Catherine de volta aos cuidados de sua mãe.
Cagliostro, Conde Alessandro (1743-1795).
Pseudônimo de Giuseppe Balsamo, alquimista e ocultista siciliano. Uma das mais famosas e
controvertidas figuras do ocultismo de seu tempo, Cagliostro foi acusado de
fraude e chantagem em larga escala, mas seu grande talento e charme
conservaram-lhe a boa vontade até mesmo da parte de seus acusadores. Alguns de
seus feitos desfiam qualquer explicação. Um de seus projetos mais ambiciosos era
a constituição de um templo maçônico de rito egípcio, aberto a homens e
mulheres. Conquistou razoável fortuna com a venda de poções, filtros do amor e
elixires curativos. Ao final da vida, desacreditado, foi encarcerado na
fortaleza de San Leo, onde morreu.
Caldéia.
Antiga tribo semita que ocupava o estuário dos rios Tigre e Eufrates, na
Mesopotâmia. A origem do sistema cabalístico está associada aos caldeus e à
Babilônia.
Caldéia, Invocações na.
Os caldeus, antigo povo da região mesopotâmica, estão profundamente associados
com a prática da magia e da feitiçaria. Produziram os mais antigos escritos
sobre magia, contendo textos de invocações de divindades, seres angélicos e
demônios. Na biblioteca de Nínive, foram encontradas invocações que datam do
segundo milênio antes de Cristo. Muitas são verdadeiras obras-primas da
literatura antiga, com forte conteúdo poético. Uma dessas invocações, denominada
O Olho do Mal,envolve
a magia simpática e destina-se a afastar más influências:
Aquele de forja a imagem, aquele que encanta:
A face maliciosa, o olho do mal,
Os lábios maldosos, as palavras daninhas,
Espírito do Céu, lembre-se!
Espírito da Terra, lembre-se!
Eles são os inimigos de Em-Kin, o Deus.
Aqueles que se revoltaram e fizeram tremer os deuses.
Espalharam p terror sobre as estradas,
E caminham com silvos e rugidos.
São o mal, são o mal.
Eles são sete, eles sete, e são ainda duas vezes sete
Espírito do Céu, lembre-se deles!
Espírito da Terra, lembre-se deles!
Conjure-os!
Conjure esses espíritos do mal,
Espírito de Ramanu, rei
Do mundo luminoso, conjure-os!
Espírito de Samas, rei da justiça,
Cojure-os!
Espírito de Annunas, deus da bondade, conjure-os!
Afastem os esíritos do mal.
Um outro texto caldeu, preservado no Museu
Britânico, contém outra invocação contra os espíritos do mal:
“Eles são sete, eles são sete.
No vale do abismo, eles são sete.
Entre os incontáveis estrelas do céu,
Eles são sete.
No abismo, nas profundezas, cresce o seu poder.
Eles não são machos, eles não são fêmeas.
Eles secam a espuma da águas.
Eles não amam as mulheres, e não deixam descendentes.
Eles desprezam a reflexão e justiça.
Eles não ouvem nem preces nem súplicas.
Como os cavalos das montanhas, eles são grandes.
Câmara Ardente (Chambre Ardente).
Espécie de tribunal estabelecido
pelo rei Luis XIV, para investigar casos de envenenamento ocoriidos entre a
nobreza francesa, no período de 1679 a 1682.Esses assassinatos estavam
intimamente relacionados à feitiçaria. Alguns aristocratas degenerados da corte
de Luis XIV praticavam a magia negra. Ficaram célebres as alegadas missas negras
celebradas, onde se incluía o assassinato ritual de crianças.
Uma das participantes, Madame de Montespan, foi
acusada de frequëntar essas cerimônias obcenas. Ela aparecia nua durante os
rituais. A expressão “câmara ardente” foi também usada para designar vários
outros tribunais que, posteriormente, julgaram casos de feitiçaria.
Campanella, Tomaso (1560-1639).
Frei dominicano italiano que, na época do Renascimento, escreveu tratados sobre
alquimia, artes mágicas e astrologia. É considerado, junto a Giordano Bruno,
Galileu e outros, uma das grandes inteligências de seu tempo.
Cannabis.
Gênero de plantas considerado sagrado em muitas tradições, principalmente na
Índia. Conta-se que ela foi trazida do fundo do oceano pelos deus Shiva. Alguns
muçulmanos acreditam que essas plantas são um dos corpos do espírito de Maomé. A
Canabis indica tem sido usada no decorrer dos séculos como afrodisíaco. Suas
extremidades floridas, secas, podem ser formadas, produzindo uma sensação de
euforia. À família das Cannabis pertencem a maconha, o haxixe, a ganja e a
marijuana, Todas elas, quando fumadas ou ingeridas oralmente, possuem
propriedades alucinógenas e têm sido usadas em muitas tradições como
complementos de práticas místicas, mágicas e religiosas.
Carus, Paul.
Demonólogo ingles, autor de uma obra clássica sobre o assunto: A History of the
Devil and the Idea of Evil (“História do Diabo e da Idéia do Mal”), escrita em
1900. Estas são algumas das idéias de Carus: “Nosso mundo é um mundo de opostos.
Existem luz e sombra, calor e frio, bem e mal, Deus e o Diabo.” “Ä concepção
dualista da natureza foi uma fase necessária na evolução do pensamento humano.
Encontramos as mesmas visões de espíritos do bem e do mal prevalecendo entre
todos os povos da Terra no início desse estágio de desenvolvimento que é
comumente chamado de animismo”. “A crença na feitiçaria é apenas o resultado
principal da estabelecida autoridade de uma religião mágica, envolvendo a crença
num demônio pessoal. Existem outras consequências que, embora menos importantes,
são às vezes suficientemente más em si mesmas. Menciono algumas delas: existem
algumas pessoas que tentaram fazer contatos como demônio. Pessoas que possuem
imaginação muito viva começam a sonhar que têm uma real relação com o espírito
do mal. E, a pior de todas as consequências, homens e mulheres psiquicamente
doentes, convencidos desses pactos pessoais com o demônio, acabaram sendo
julgados e condenados à morte por crimes inteiramente fictícios.”
Cassandra.
Feiticeira troiana, filha do rei Priamo. O deus Apolo proporcionou-lhe poderes
proféticos, esperando obter seus favores, mas como ela recusou entregar-se a
ele, Apolo decretou que ninguém acreditasse em suas predições.
Castañeda, Carlos.
Antropólogo de origem latino-americana (embora ele mesmo esconda o seu local de
origem, parece ser mexicano, peruano ou mesmo brasileiro), reside atualmente na
Califórnia, Estados Unidos. Castan~eda afirma ter passado muitos anos em
companhia de um feiticeiro da tribo Yaqui, na região de Sonora, México,
aprendendo a usar as plantas alucinógenas na magia e vivenciando experiências de
um mundo de “realidade não-ordinária”. Sua iniciação no sentido de tornar-se um
“homem de conhecimento” está descrita em uma série de cinco livros, todos já
publicados em portoguês, intitulando-se o primeiro deles
Erva do Diabo.
Castañeda concluiu, com seus estudos, que aquilo que ela experimentou na
companhia de seu mestre, o feiticeiro Don Juan, foi, na realidade, a
apresentação de um sistema coerente e ordenado de crenças, com ênfase particular
no uso das plantas alucinógenas conhecidas pelos índios mexicanos desde muito
antes da chegada dos europeus. Don Juan conhecia as propriedades mágicas da
Lophophora williamsii
(peióte), da Daturainoxia
e a Psilocybe mexicana,
um cogomelo. Ele ensinava que um homem de conhecimento deve ser, antes de tudo,
um homem corajoso, ser vitorioso ou derrotado, e consequentemente, um
perseguidor ou uma vítima. Esse estado de coisas persiste até que esse homem
aprenda a “ver”. A faculdade da “visão” faz desaparecer a ilusão da vitória ou
derrota e também do sofrimento.
Catarina de Médicis (1519-1589).
Rainha da França, estudiosa de astrologia e outras artes mágicas. Seus inimigos
a acusavam de procurar o auxílio dos demônios.
Cátaros.
Amplo movimento místico e religioso europeu, desenvolvido na Europa,
principalmente no sul da França e na Itália, entre os séculos X e XIV. Sua
origem real parece ter sido no Leste europeu. Seus integrantes acreditavam no
princípio maniqueísta de um deus do bem e um deus do mal. Satã, o deus do mal,
reinava sobre o mundo, que era o mesmo que o inferno. Os cátaros foram acusados
de feitiçaria e perseguidos cruelmente. O para Inocêncio III (séc. XII)
organizou uma cruzada contra eles, acusando-os de “ädoradores do demônio”.
Foram aprisionados, torturados e a organização acabou sendo dissolvida.
Cazotte, Jacques (1720-1792).
Ocultista e clarividente francês, é atribuida a ele uma obra de caráter
profético, as famosas Profecias de Cazotte, onde previa as mortes de muitos
líderes da Revolução Francesa e inclusive a sua própria. É também autor de um
famoso romance ocultista intitulado O Diabo Enamorado, já publicado em
português.
Cellini, Benvenuto (1500-1571).
Em sua autobiografia – uma das obras
clássicas do Renascimento italiano – esse gênio das artes plásticas revela
detalhes de sua associação com ocultistas e demônios.
Celtas.
A magia do povo celta, que habitou vastas regiões da Europa, especialmente onde
está hoje a França, estava muito identificada com o druismo. Os druidas possuíam
um vasto conhecimento transcedental e eram, segundo as lendas, capazes de
produzir vários fenômenos, como, por exemplo, a transformação de suas formas
corporais, o sono encantado, técnicas de feitiçaria, controle dos elementos da
natureza e a invisibilidade.
Ceromancia.
Forma de adivinhação jogando-se cera derretida num recipiente com água e
observando-se a forma daí resultante.
Chacras.
No misticismo oriental, os chácaras são órgãos da anatomia etérica e astral do
seu humano. A palavra é sânscrita (chakra) e significa roda ou moinho. Os
chacras são órgãos energéticos e é através deles que se processam as trocas
energéticas do indivíduo com o mundo exterior. Existem, segundo os tratados
ocultistas orientais e ocidentais, sete chacras principais. A base ou raiz dos
mesmos localiza-se na coluna, em coincidência com certos espaços
intervertebrais. No hinduísmo, os chacras são órgãos de captação de energia
prânica. Daí, a necessidade de desenvolvê-los, ampliando ao máximo seu potencial
energético, para os trabalhos de desenvolvimento espiritual. Um bom
conhecimento dos chacras e de seu mecanismo é fundamental para aqueles que
pretendem desenvolver-se em estudos de alta magia. Veja Kundalini.
Circe.
Feiticeira que, segundo o relato de Homero, na Odisséia,
tentou manter Ulisses e seus homens encantados. A mandrágora, planta muito usada
na preparação de poções e filtros da magia medieval, é também chamada “Planta
de Circe”.
Círculo.
Da mesma forma que na simbologia esotérica e ocultista, o círculo, na
feitiçaria, tem grande importância. Os feiticeiros protegem-se da fúria dos maus
espíritos retirando-se para o interior de um círculo mágico, geralmente traçado
no solo. Freqüentemente, são traçados dois círculos, um menor dentro do maior.
No Oriente costuma-se escrever, no espaço entre os dois círculos, os diversos
nomes e atributos da divindade. O feiticeiro coloca-se no interior do menor
deles. O círculo representa mais que um símbolo de perfeição, unidade e
interação. Ele lembra o modelo universal usado pela natureza na produção de
árvores redondas, planetas, conchas, corpos, olhos e os ciclos invisíveis das
estações do ano e dos acontecimentos. O círculo foi usado na construção de
lugares sagrados, como Stonenge, na Inglaterra. Desde tempos pré-históricos, é
considerado um meio para evocar e preservar o poder mágico. Ver
Mágico, Círculo.
Círculos dos Sete Planetas para os Sete Dias da Semana.
O feiticeiro que desenha um círculo mágico costuma escolher o círculo que,
astrologicamente, corresponde ao dia em que a prática é executada. O círculo
de Saturno para sábado, do Sol para domingo, da Lua para segunda-feira, de Marte para
terça-feira, de Mercúrio para quarta-feira, de Júpiter para quinta-feira e de
Vênus para sexta-feira.
Clariaudiência.
Faculdade de ouvir sons e palavras que não são normalmente ouvidos por outras
pessoas ao mesmo tempo. Muitos santos medievais tinham reputação de ter
clariaudiência espiritual. Um exemplo típico é Santa Joana D!Árc.
Clarividência.
O poder de ver ou perceber coisas não-perceptíveis aos sentidos comuns. Essa
faculdade, estudada pela parapsicologia, permite à pessoa ver objetos e outras
pessoas a distância. Entre muitos outros, o místico sueco Emmanuel Swedeborg
parecia possuir esse poder. Ele afirmava poder relacionar-se diretamente com o
mundo dos espíritos, depois que seus sentidos espirituais foram abertos, em
1745.
Coca.
Conhecida planta sagrada dos índios da região andina da América do Sul,
particularmente Bolívia e Peru, é da coca que se extrai a droga cocaína.
Peruanos e bolivianos, desde os tempos dos incas, mastigam as folhas de coca
para “ädquirir os poderes dos deuses”.
Coleridge, Samuel Taylor (1772-1834).
Um dos maiores poetas ingleses, foi mestre, segundo seus analistas, na
introdução de conceitos ocultos em sua produção literária. Produziu grande
quantidade de poemas onde o oculto e o sobrenatural têm participação
fundamental, entre eles Christabel e A Rima do Velho Merinheiro.
Concentração.
O feiticeiro deve ter imaginação poderosa e intenso poder de concentração mental.
Ele deve usar sua imaginação para potencializar
seus impulsos internos, até conseguir que essas forças mergulhem nas grandes
correntes de energia cósmica; em seguida deve submeter tais impulsos à sua
vontade, através do poder de concentração, e direcioná-los para uma finalidade
específica. Ver Imaginação e Grande Obra.
Condor, Cidade do.
Cidade inca em reínas, descoberta por arqueólogos na região de Payatea, Peru, em
1965, e ligada por ocultistas ao continente perdido da Atlântida. Nas paredes e
muralhas dessa cidade estão gravadas numerosas representações do condor, junto a
estranhos seres, cujas cabeças estão cercadas por halos hexagonais e grandes
raios solares. Alguns ocultistas acreditam que a Cidade do Condor era uma
colônia avançada do império atlante.
Cone de poder.
As feiticeiras da Inglaterra afirmam ser responsáveis pela destruição da Armada
Espanhola. Pela derrota de Napoleão e pelo fato de Hitler não ter invadido a
ilha britânica. De acordo com Gerald Gardner, Antropólogo, folclorista e
feiticeiro inglês, a invasão da Grã-Bretanha parecia iminente logo após a
conquista da França pelos alemães. Uma velha feiticeira, mestra de Gardner,
teria enviado uma mensagem de alerta a todas as bruxas inglesas. Em uma noite
convencionada, elas se reuniram em uma floresta e desenharam no chão o
Grande-Círculo, reservado para situações de emergência. O Grande Cone de Poder
foi então dirigido a Hitler, e através dele uma mensagem foi enviada; “Você não
vai cruzar o mar. Você não deve vir”. Segundo o relato de Gardner, esse trabalho
durou quatro dias, após os quais algumas feiticeiras morreram, tamanho foi o
esforço desprendido. Mas as forças de Hitler não conseguiram entrar na
Inglaterra.
Conjunção.
Malefício diabólico que impede a consumação do matrimônio. Os meios de praticar
a conjunção, também chamada nó-de-bruxa, variam segundo os autores consultados.
O Pequeno Alberto,
um manual de magia medieval (publicado em português pelas Edições 70, de
Lisboa), prescreve a matança de um lobo e a remoção de seus órgãos sexuais.
Quando a pessoa a ser enfeitiçada estiver por perto, deverá ser chamada pelo
próprio nome. Quando a vítima responder, ö órgão do animal deverá ser amarrado
com um laço de fita branca, assim o enfeitiçado será tão impotente no casamento
como se estivesse sido castrado”. Ver Ligadura.
Conjuro.
Certas obras antigas de magia. Como a Grande Chave de Salomão, fornecem
vários meios e fórmulas para se fazer um pacto com espíritos. Na fórmula abaixo
transcrita, o pacto é um Lucifuge: “O imperador Lúcifer, mestre de todos os
espíritos rebeldes, seja favorável à invocacão que faço a seu grande ministro
Lucifunfe Rofocale, pois desejo estabelecer um pacto com ele... “Oh! Grande
Lucifuge! Peço-lhe que desça das alturas para falar comigo. Do contrário, terei
de obrigá-lo a fazer isso com o uso do poder do grande Deus vivo, seu Filho
querido e o Espírito Santo. “Obedeça imediatamente, ou você será eternamente
torturado pela força das palavras poderosas da Grande Chave de Salomão,
que ele mesmo usou para obrigar os espíritos a aceitar seu pacto.
“Assim, desça agora!, ou irei torturá-lo
eternamente pela força dessas poderosas palavras da Chave:
Agion, Telegram, vaycheon stimulaton y ezpares
retragramaton oryoram irion exytion existion eryona onera brasi moym messias
soster Emanuel Saboot Adonai, te adoro et invoco”.
Conjuro contra um Inimigo.
Um antigo livro de magia, publicado em 1896 sob o título Espada de Moisés,
contem uma fórmula para conjurar espíritos contra um inimigo: “Eu te chamo,
espírito do mal, espírito cruel, espírito sem piedade. Eu te chamo, mau
espírito, que vive no cemitério e que impede a cura dos homens. Vá e coloque um
nó ao redor da cabeça de ..., em seus olhos, em sua boca, em sua língua, em sua
garganta, ponha água venenosa em seu estômago. Se você não for, vou enviar a você
os anjos do mal Puziel, Guziel, Psdiel, Prziel. Amém, amém, Selah”.
Conjuro dos Sete.
Fórmula medieval usada na consagração de talismãs:
“Em nome de Micael, possa Jeová
comandá-los e enviá-los aqui neste momento, Chavajoth!
“Em nome de Gabriel, possa Adonai
comandá-los e enviá-los aqui neste momento, Belial!
“Em nome de Rafael, apareça diante de
Elchim, Sachabiel!
“Por Samuel Zebaoth, e em nome de
Eloim Gibor, apareça já, Adramelech!
“Por Zachariel e Sachiel-Meleck, seja
obediente diante de Elvah, Samgabiel!
“Pelo nome divino e humano de Shaddai,
e pelo signo do pentagrama que seguro em minha mão direita: em nome do anjo
Anael, pelo poder de Adão e Eva, que são Jotchavah, apareça, Lilith! Deixe-nos
em paz, Nahemah!
“Pelo sagrado Eloim e pelos nomes dos
gênios Cassiel, Sehaltiel, Aphiel e Zarahiel, no comando de Orifiel, saia daqui,
Moloch! A você negamos nossas crianças para serem devoradas”.
Consciência.
Segundo modernos autores, o misterioso e místico instrumento de preparação no
trabalho alquímico é chamado por uma grande quantidade de nomes, muitas vezes
confusos; na verdade, esse instrumento é a consciência. Colocado em rápida e
intensa atividade, quando a pessoa percebe a presença de Deus, esse instrumento
purga e purifica a matéria grossa (o homem) e torna possível a realização
interna da verdade. Segundo o autor Hitchcock, “por uma metonímia, diz-se que a
consciência deve ser purificada, mas, de fato, a consciência não necessita de
nenhuma purificação: é o homem que deve ser purificado, para que a sua
consciência possa operar livremente. A ainda débil e fraca voz interna é
comparada, na alquimia, ao fogo, mas é essa voz interna que prepara o caminho
para se chegar à luz.
Coral.
Tem, supostamente, o poder de afastar o mau-olhado, estancar hemorragias e
revelar a presença de veneno na comida. Na Itália, o coral é usado como talismã
ou amuleto destinado a proteger a virilidade.
Corelli, Marie (1885-1924).
Novelista inglesa, escreveu muitos romances de fundo ocultista e de feitiçaria,
incluindo-se: O Poder Secreto, A
Tristeza de Satã e A Alma de Lilith.
Corpus-Hermeticum.
Escritos filosóficos pseudo-egípcios, datado do século II. Trata-se uma
colocação de conceitos extraídos das doutrinas platônicas, estóica, judaica e
persa, que tratam da ascensão da alma e dos processos regenerativos através dos
quais a alma se liberta do mundo material, etc.
Correspondências.
O apóstolo São Paulo antecipou os neoplatonistas e os buscadores místicos da
verdade, ao estabelecer relações entre o microcosmo e o macrocosmo declarando
que tudo na Terra é feito a partir dos modelos das coisas celestes. Os magos e
feiticeiros, em seu desejo de classificar todos os fatos do universo em termos
de forças com as quais eles estão associados, desenvolveram um sistema de
correspondências extremamente detalhado. A parte mais antiga desse sistema é,
possivelmente, a que detalha as correspondências entre planetas, metais e cores:
| Planeta: |
Metal: |
Cor: |
| Mercúrio |
Mercúrio |
Cinza |
| Vênus |
Cobre |
Verde |
| Marte |
Ferro |
Vermelho |
| Júpiter |
Estanho |
Azul |
| Saturno |
Chumbo |
Negro |
| Sol |
Ouro |
Amarelo |
| Lua |
Prata |
Branco |
|
O mago usa a correspondência para controlar as
forças sobrenaturais. A lógica atrás dessas associações é obvia. Mercúrio, o
mais rápido planeta que orbita ao redor do Sol, corresponde a mercúrio, o mais
móvel dos metais. Vênus, sob o nome grego de Afrodite, pode ter sido
identificada com o cobre porque a ilha de Chipre, o maior produtor de cobre da
Antiguidade, era lugar consagrado a essa deusa. Marte está associado ao cavalo,
ao ferro, à guerra e à cor vermelha (sangue). Os hititas, que usavam cavalos e
armas de ferro, provaram sua superioridade em combate frente a outras armadas
que usavam instrumentos de bronze. O vermelho, cor do sangue, também simboliza a
vida, a energia e a vitalidade. A associação de Júpiter ao azul, cor do céu, e
ao estanho, que se assemelha à aura prateada do planeta, pode dever-se à antiga
designação suméria segundo a qual o estanho era o “metal do céu”. Saturno, o
pouco visível planeta que gira lentamente ao redor do Sol, era considerado o
senhor da vida e da morte. O mais escuro e pesado dos metais , o chumbo, e a
cor negra eram naturalmente associados ao planeta, que, na antiga cosmologia,
eraa o mais distante do Sol. O dourado e amarelo estão associados ao Sol por
causa de sua cor. Alua, que, como o Sol, distinguia-se dos demais planetas como
fonte de luz e felicidade para os homens, foi associada à prata, “rainha dos
metais”, e a cor branca. Ouro e prata eram os metais mais importantes. É
interessante notar que essas e muitas outras correspondências elaboradas pelos
antigos ocultistas preservam até hoje sua auréola de verdade. Com relação às
cores, por exemplo, o verde é tradicionalmente ligado ao amor (Vênus), à paz e
harmonia; psicólogos modernos demonstraram que a cor verde acalma, apazigua.
É sabido também que a cor vermelha está
associada, até hoje, à paixão, à rebelião, à sexualidade, etc.
Cósmica, Consciência.
Consciência da ordem do universo, descrita pelo grande poeta Walt Whitman como
“luz inefável... a verdadeira luz que brilha além de todos os signos,
descrições, linguagens”. O homem que experimenta essa sensação de súbita
consciência do significado da vida no cosmo perde todo o medo da morte,
pois percebe que a vida é eterna e a alma,
imortal, e que a totalidade do universo está assentada no amor. A consciência
cósmica é, em geral, adquirida em momentâneos vôos da alma, nos quais o
indivíduo torna-se Uno com o universo.
Cósmica, Memória.
Gravação ou memória de tudo aquilo que foi pensado ou feito no universo. A
memória é contida ou constiuída pela chamada luz astral, substância primordial
que dá origem a toda as formas manifestadas. É chamada, no hinduismo, de
“arquivos akáshicos”, e está aberta à consulta por certos médiuns ou
clarividentes. Madame Blavatsky, criadora da Sociedade Teosófica, e Rudolf
Steiner, fundador da antroposofia, afirmavam ter descoberto na memória cósmica
informações concernentes à Lemúria e à Atlântida.
Cósmico, Diagrama.
Na cabala judaica, dá-se esse nome à Árvore da Vida, com suas dez estações
chamadas sefiroth. Esse diagrama mostraria a estrutura e funcionamento do
Universo. Ver cabala.
Coven.
Termo inglês , surgido por volta de 1662, significando “antro”, “covil”ou
“reunião” de feiticeiras. Várias teorias foram propostas para explicar a origem
e significado de tais reuniões. Uma delas diz que o coven é uma tradição
sobrevivente da religião do “deus cornudo”, na Idade da Pedra, onde homens e
mulheres praticavam danças ritualísticas no interior de círculos mágicos. Outra
teoria diz que o coven é a manifestação sobrevivente de um período em que a
sociedade era matriarcal, sendo a mulher a figura dominante. Outra teoria,
ainda, menos definida que as demais, diz que os cátaros hereges da Idade Média,
sob a influência de religiões de mistérios orientais, usavam o coven para
parodiar o cristianismo. A noção de um coven,
composto por doze bruxas lideradas por um demônio ou lider masculino disfarçado
de demônio, é, até hoje, muito conhecida na Grã-Bretanha. Segundo modernos
estudiosos da feitiçaria inglesa, a importância mágica dos covens
é secundária. Já a magia, quando praticada, requer total concentração. Por isso,
todos os membros de um coven
devem estar em completa simpatia uns com os outros. Algumas vezes um postulante
tem sua admissão recusada pelo lider porque este percebe que sua personalidade
conflita com a de um ou mais membros. Além disso, os feiticeiros relutam muito
em revelar seus segredos ou exercitar práticas mágicas na presença de outras
pessoas, inclusive colegas.
Coven, Admissão no.
Depoimentos recentes afirmam que ainda hoje existem covens na
Inglaterra. Como regra geral, se alguém quiser ser admitido em um deles terá
de passar por uma série de testes e responder a algumas perguntas. A primeira
delas é: “Por que você quer se tornar um feiticeiro?” Se a resposta a esta
questão preliminar for insatisfatória, o candidato será simplesmente recusado. A
melhor resposta para esta pergunta é, simplesmente, “Eu não sei”. Tal questão,
segundo os magos, pode indicar o despertar do sexto sentido ou a presença de uma
ligação com alguma encarnação passada. O candidato é também questionado sobre
sua crenç na reencarnação, seu estilo de vida e suas ambições, seus hábitos e
crenças. Seus poderes psíquicos são avaliados, e sua aura submetida a análise
por clarividentes. Depois desse exame preliminar, começa um período de treze
meses, devotados ao estudo das propriedades das plantas, à cabala, telepatia,
clarividência, mediunidade, religiões comparadas, numerologia e arqueologia.
À medida que progride, o candidato recebe ajuda
para o total desenvolvimento de diferentes formas de percepção psíquica:
intuição, projeção astral, precognição e memória de encarnações passadas. Ele
aprende a usar a hipnose e os estados de transe; aprende também alguma coisa
sobre levitação e exorcismo. O rito ou iniciação, propriamente dito, obedece a
um modelo geral que pode ser modificado em seus detalhes, segundo as
peculiaridades de onde é praticado o coven. No solo de terra, é desenhado um
círculo com nove pés de diâmetro, com um punhal consagrado de cabo negro. Um
altar instalado no centro do círculo contém um outro punhal simbolizando o
elemento ar: um caldeirão simbolizando o elemento água e a Grande Mãe: um bastão
simbolizando o elemento fogo e o falo e um pentáculo simbolizando o elemento
terra. Pode incluir outros instrumentos, como uma espada, um punhal com cabo
branco usado para confecção de talismãs, e uma corda enrolada, simbolizando o
espírito unificador que liga todas as coisas numa unidade. O altar deve possuir,
ainda, velas acesas queimadores de incenso, um vaso cheio de água e sal e um
chicote simbolizando a purificação. O círculo é consagrado com o uso de
instrumentooos rituais, sal e água. Um encantamento, repetido inúmeras vezes,
pede aos antigos deuses dos quatro pontoos cardeais para que apareçam. Durante
esta parte da cerimônia o postulante permanece fora do círculo. O lider do coven
toca seu peito com a ponta do punhal de cabo negro e o adverte de que é melhor
morrer apunhalado do entrar no coven com medo no coração. O postulante replica
com uma palavra de ordem: “Perfeito amor e perfeita paz”, entra no círculo,
tendo suas mãos e pés cerimoniosamente atados com a corda. O líder o apresenta
então aos deuses do Leste, do Sul, do Oeste e do Norte, leva-o até diante do
altar, força-o a ajoelhar-se, agarra seus pés com firmeza e pergunta: “Está
preparado para jurar permanecer fiel à Arte para sempre?” Quando o postulante
responde afirmativamente, o lider diz a ele que deve ser, primeiro, purificado,
e aplica-lhe primeiro três, em seguida sete, depois nove, e finalmente 21
chicotadas. A flagelação é seguida pela interrogação seguinte: ”Ëstá preparado
para sempre proteger, ajudar e defender seus irmãos e irmãs da Obra?” Se a
resposta é sim, o postulante deve em seguida fazer um juramento nestes
termos:”Na presença desses poderes eu, livre e solenemente, juro guardar segredo
e nunca revelar os segredos da Arte, a não ser para uma pessoa digna que
preparou a si mesma para recebê-los, e que entrou num círculo como este, e que
eu nunca recuse revelar esses segredos para tal pessoa se ela tiver o suporte de
um irmão ou uma irmã de Arte. Juro isso na expectativa de uma vida futura,
consciente do fato de que fui testado e que meus braços voltar-se-ão contra mim
se eu falhar neste solene juramento. “Segue-se um ritual com o uso de óleo,
vinho e um beijo ritual. Em seguida o novo membro do coven recebe as armas da
Arte: o Athame (o punhal de cabo negro), O punhal de cabo branco, a espada, o
caldeirão, o queimador de insenso, o chicote, o bastão e o pedaço de corda
branca. Os espíritos dos quatro pontos cardeais são dispensados e os membros do
coven,
sentados em círculo, tomam sua refeição ritual de biscoitos e vinho. A corda
branca, presenteada ao neófito, é indicação de que ele foi admitido no primeiro
grau da Arte. Um cartão vermelho é sinal de segundo grau. Mais tarde, a passagem
para o terceiro grau envolve um rito sexual praticado apenas por duas pessoal
que se amam entre si. O intervalo que separa um grau do outro varia segundo o
indivíduo.
Crianças e Feitiçaria.
Durante o reinado do terror judicial que desceu sobre a Europa, no período entre
a metade do século XV até a metade do século XVIII, as crianças tiveram um papel
predominante. Os juizes nessa época suspenderam a regra
comum, até então em uso, que proibia o uso de
crianças como testemunhas em processos criminais (nenhuma testemunha abaixo de
14 anos pôde testemunhar), apelando para um versículo bíblico que diz “a verdade
sai da boca das crianças”. Além disso, afirmavam, uma criança inocente podia
facilmente identificar um corrupto que tivesse feito um pacto com o demônio, e
podiam ser rapidamente persuadidas a informar contra o acusado. O papel das
crianças na história judicial da feitiçaria é detalhado pelo autor Ronald Seth
em seu livro Crian;cas Contra
Feiticeiros, publicado em 1969. Seth
divide as crianças que testemunharam contra feiticeiros em duas categorias:
aquelas que não foram afetadas por malefícios mas que viram um parente cometendo
ato de feitiçaria, ou tinham conhecimento pessoal que suportasse a acusação, e
aquelas que aparentemente tinham sido atingidas pelo malefício. Ao final dos
julgamentos, mais de um suposto feiticeiro foi condenado à fogueira por causa do
testemunho de uma criança.
Cristalomancia.
Adivinhação pela contemplação de um globo de cristal transparente ou pela
observação de uma superfície líquida, espelho ou qualquer outro objeto
transparente. O Objetivo do adivinho dessa espécie é chegar a um estado
hipnótico assim induzido, no qual ele pode projetar suas próprias visões
internas no cristal.
Crowley, Aleister (1875-1947).
Satanista escocês, fundador de um culto violentamente combatido pela
cristandade. Foi editor e autor de numerosas obras ocultistas.
Curandeiro.
Indivíduo dotado de poderes de cura paranormais ou mágicos. Os curandeiros
existem desde que o mundo é mundo, e continuam proliferando nos dias de hoje,
mesmo nos centros tecnológicos mais importantes. São famosos, por exemplo, os
curandeiros filipinos, como Toni Agpoa, os brasileiros, como José Arigó, e os
mexicanos. Os curandeiros ligados a tradições e culturas mais primitivas
costumam usar ervas, medicina folclórica e conhecimentos de psicologia humana
para promover a cura.
|