Os Mistérios da Magia

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P

Pã. Deus sensual cujo culto se espalhou por todo mundo helênico. Lider dos sátiros, afirmava-se que ele próprio costumava participar da celebração do sabá das bruxas.

Pacto com Demônio. O método de fazer pactos com o demônio varia de acordo com as práticas usadas pelos diferentes bruxos. Em setembro de 1398, a Universidade de Paris expressou seu alarme com relação à prática de magia e fez uma distinção entre magia natural e sobrenatural. Esta ultima, diziam os estudiosos, sempre exigia pacto com demônios.

Pacto com o Diabo. As instruções para formalizar um pacto com o Diabo são: quando quiser fazer um pacto com um dos demônios principais, você deve, na noite anterior pacto, no exato momento em que o sol se põe no horizonte, cortar com uma faca jamais usada um galho de nogueira também nova e que nunca tenha dado frutos. Feito isso, deve providenciar heliotrópio e velas consagradas e escolher um local para a operação, o qual deve ser silencioso e onde ninguém possa perturbá-lo. Depois, desenhe um triângulo com o heliotrópio, coloque as duas velas ao lado e o nome de Jesus escondido, para se prevenir contra o ataque dos espíritos. Coloque-se, então, no centro do triângulo, com a varinha mágica na mão, e faça a invocação dos demônios. Historicamente, a noção de pacto surgiu na Idade Média e implicava uma escolhe pessoal do invocador. Mas houve vários casos de pactos antes da era cristã e nos primeiros séculos de nossa era.

Paladino, (1854--1918). Médium internacionalmente famosa. Trabalhou nas maiores cidades européias e seus dotes mediúnicos foram estudados por vários homens, como Cesare Lombroso e representantes da British Society for Psychical Research ( Sociedade Britânica para Pesquisa Psíquica). Conseguia produzir emanações de espíritos, mas descobriu-se que usava truques. Ainda assim, não foi provado que todas as suas qualidades podiam ser explicadas como sendo puro charlatanismo.

Palou, Jean (1918-1967). Historiador francês. Seu estudo sobre bruxaria, La Sorcellerie, tentava demonstrar que a origem desse conhecimento está em problemas econômicos e sociais.

Papas Acusados de Bruxaria. A partir do século X, vários papas foram acusados de simpatizar e mesmo praticar a bruxaria. Gerbert, mais tarde chamado Silvestre II, cujo papado foi de 999 a 1003, era conhecido na sua época por ter vendido a alma ao Diabo em troca de chegar ao papado, Benedito IX, chamado Teofilato, papa de 1032 a 1045, iniciou seu papado aos doze anos de idade e foi acusado de agir da mesma forma. Pouco conhecido é o fato de que subiu à cadeira de Pedro por três vezes e por três vezes foi deposto. A partir dele Gragório VI, que reinou entre 1045 a 1046, e Gragório VII, de 1073 a 1085, também foram denunciados. Gragório VII, apesar de elevado à categoria de santo, era considerado um profundo conhecedor de magia.

Papiro de Setna. Papiro atribuído ao Príncipe Setna Kha-em-ust, filho de Ramsés II. A lenda diz que o Príncipe soube da existência do papiro através de um velho, que afirmou que o livro mágico continha encantamentos escritos pelo próprio deus Thot. Um deles podia influir na terra e no céu; outro podia fazer os mortos voltarem à vida.

Paracelso (1493-1541). Nome adotado por Teofrasto Bombastus von Hohenheim, um dos mais famosos médicos e ocultistas do seu tempo. Ele afirmava que a vida humana era inseparável do universo e a doença era o resultado da separação entre os três elementos místicos que compõem o homem - sal, enxofre e mercúrio.

Paranormal. Surgimento de fenômenos incomuns sem uma casa física conhecida. Os eventos que ficam além da experiência sensória comum são os chamados eventos paranormais. Existem exemplos incontáveis de fenômenos paranormais, tanto em relação ao homem quanto ao universo. Exemplos: levitação; na Índia, os faquires podem furar o corpo com pregos sem sangrar ou se ferir; em vários países, pessoas pisam em brasas ardentes, sem se queimar.

Parapsicologia. Ramo da psicologia que investiga fenômenos psíquicos como telepatia, aparições, visões, premonição, escrita automática, clarividência, materialização de espíritos, telesinesia. um fenômeno é considerado parapsicológico quando está além dos princípios científicos comumente aceitos, embora alguns deles tenham interpretações religiosas. O professor Joseph Banks Rhine (1895-1980), na Universidade de Duke, nos Estados Unidos fez algumas das mais famosas e sérias pesquisas sobre o tema. A investigação parapsicológica iniciou-se no final do século passado, Na Universidade de Cambridge, um grupo de estudiosos ingleses ajudaram William Barrett a fazer um movimento que mais tarde chamou a atenção de vários intelectuais para a existência e importância desse gênero de pesquisa. William James fêz um papel semelhante no Estados Unidos e, hoje, os estudos parapsicológicos estão altamente desenvolvidos nos Estados Unidos, Inglaterra e União Soviética.

Paré, Ambroise (1510-1590). Cirurgião francês, chamado de "pai da cirurgia moderna". Paré acreditava que os demônios podiam se transformar em qualquer coisa, como "serpentes, sapos, pássaros, corvos, patos, cães, lobos, touros. Também a forma humana, de vivos ou mortos".

Paregórico. Tintura de ópio canforado, conhecida na Europa medieval como um elixir.

Paris, Julgamento das Bruxas de. Um dos grandes julgamentos do século XIV na Europa, realizado em Paris, em 1390. Jehenne de Brigue, chamada La Cordiére, confessou que havia praticado bruxaria e acusou Macette de Ruilly. Ambas foram queimadas vivas no Mercado dos Porcos, a 19 de agosto de 1391.

Patiense Worth. Segundo a médium contemporânea John Curran, Patiense viveu no século XVII na Inglaterra e foi morta por Índios na América. Muitos volumes escritos em prosa e poesia medievais são atribuídos a Patiense por essa mesma médium.

Peiote. Pequeno cacto usado para induzir visões. Suas propriedades alucinógenas são conhecidas desde o tempo dos antigos astecas. Hoje, os índios do sudoeste americano e do México, ainda que tenham aceito o cristianismo, continuam a usar o peiote em seus rituais. Eles acreditam que o botão da planta representa a carne de Deus.

Peixes. Décimo segundo sígno do zodíaco. Representa dissolução da matéria, seguida pelo seu ressurgimento, Esotericamente, representa inundação e é a ultima emanação do trígono aquático, cabalisticamente, significa os pés do homem arquetípico e as forças mecânicas da humanidade. Pentáculo. Originalmente uma estrela de cinco pontas. A palavra pentáculo designa qualquer símbolo ou figura usada com um sentido de talismã. O pentáculo de acordo com Jean Marquès-Rivière, artificialmente criado segundo complexas leis de correspondência, torna-se um grande talismã, um microcosmo capaz de dominar o indivíduo e condensar as energias do cosmo. É uma "equação metafísica" que sintetiza o pensamento religioso e conceitos filosóficos, introduz a visão do cosmo e um conhecimento científico, assim como "as premissas de uma geometria simbólica e filosófica".

Pentagrama. De acordo com Eliphas Lévi, o pentagrama significa "a dominação da mente sobre os elementos, dos demônios do ar, dos espíritos do fogo, dos fantasmas da água e da terra", todos ficam "encantados por esse sinal". A completa compreensão do pentagrama é a chave dos dois mundos. É filosofia absoluta e ciência natural. Os velhos magos traçavam o sinal do pentagrama na entrada de suas casas, para se prevenir contra maus espíritos. Toda teoria do pentagrama, baseada em dogmas de Hermes e deduções científicas, foi confirmada por visões de êxtase e pelo paroxismo dos catalépticos, que se diz terem sido possuídos por espíritos. Todo mistério da magia, todo o símbolo da gnose, todas as figuras do ocultismo, todas as chaves cabalísticas da profecia estão sintetizadas no sinal do pentagrama, que Paracelso afirmava ser o maior e mais potente de todos os sinais.

Pequeno Alberto. Livro publicado em Lyon, na França, em 1758, e que se dedica a tradições populares e práticas que visam assegurar a afeição de uma pessoa ou causar problemas para a outra. Todo o livro é inspirado em Agrippa von Netteshaim, que escreveu o De Occulta Philosophia. Grande parte do trabalho fala de filtros de amor, procura de tesouros, perfumes mágicos. Tornou-se o manual preferido desse tipo de magia.

Pérolas. Os antigos gregos e romanos viam as pérolas como amuletos ou talismãs. Mais tarde, passaram a ser usadas em coroas por esse mesmo motivo.

Persa, Demonologia. De acordo com Zoroastro, reformador religioso entre os antigos iranianos, cujos ensinamentos estão no Avesta, um dos mais antigos livros do mundo, existe um espírito do mal, identificado inicialmente como Angra Mainyu e mais tarde como Ahriman, desde o início dos tempos. Ele teve primeiro a função de pôr a perder o homem. Criou, depois, o arquiinimigo Aeshma e cinco outros demônios e uma hoste de seres menores. Os demônios persas são personificações de certas doenças: fome, sede, avareza. A limpeza protege os homens contra esses demônios.

Petra. Cidade em ruínas nas montanhas de Hor, entre o mar Morto e o mar Vermelho, perto do rio Jordão. De acordo com livros Hebreus antigos, os primeiros habitantes de Petra foram os horitas. No alto da montanha ainda podem ser vistos um templo, um teatro e palácios. Os túmulos, mais antigos que os edifícios, fornecem evidência de que Petra era um centro para onde seguiam as caravanas de nômades. Como Stonehenge, na Inglaterra, as pirâmides, os templos maias ou as estátuas da ilha da Páscoa, os edifícios Petra são vistos, por alguns ocultistas, como prova da existência no passado de raça superior, dos grandes iniciados, da tradição secreta ou dos astronautas pré-históricos.

Philosophus. No sistema cabalístico de Aleister Crowley, o philosophus deve subir ainda mais, antes de chegar ao nível do poder mágico que se esconde no homem. Neste ponto ele deve testar seu treinamento e provar sua "Devoção à Ordem".

Phoenix (Fênix). Deriva de uma palavra egípcia que significa garça. Na religião egípcia, era a personificação do deus-sol (Rá). Sua ressurreição periódica era interpretada como uma garantia do ressurgimento após a morte e deu origem a várias lendas. Depois de viver quinhentos anos ou mais, a ave era queimada, apenas para surgir das suas próprias cinzas e começar um novo ciclo de vida. Nas religiões que surgiram, mais tarde, tornou-se símbolo de imortalidade, reencarnação e magia.

Picatrix. Manual de magia traduzido do árabe, em 1256. Tornou-se o livro no qual se baseavam as bruxas. De acordo com um iniciado moderno, M. de Gehem, é o livro mais completo de magia negra, mas suas traduções modernas são imperfeitas e incompletas. Sua magia se baseia em planetas e estrelas combinadas. Essa combinação origina forças poderosas. Segundo Gehem o autêntico manuscrito contém segredos terríveis: como fazer máquinas voadoras, como destruir cidades com raios, como matar pessoas à distância.

Pico Della Mirandola (1969-1494). Sabio italiano. Acredita-se que ele tenha desenvolvido novos conhecimentos mágicos, que costumava chamar "publicado na Parte mais nobre das ciências naturais". Seu livro striger foi o mais importante sobre bruxaria publicado na Itália no século XV. A tradição diz que Mirandola ensinou jurisprudência e matemática e estudou teologia e filosofia, antes de se dedicar à magia. Viajou pela Itália e pela França, onde conheceu os trabalhos de Raymond Lully (1234-1316), o primeiro grande místico da Península Ibérica. Seus conhecimentos o levaram a ser perseguido pela inquisição. Mais tarde, publicou uma defesa de suas idéias e o papa Alexandre VI o absolveu, em 1493. Publicou ainda Heptaplus, um livro cabalístico sobre o Livro do Gênesis.

Pilares do Tempo. Eliphas Lévi fala sobre pilares do tempo em Doutrina da Magia Transcedental, dizendo que Boaz e Jakin eram os nomes dos dois pilares simbólicos na entrada do templo de Salomão. Na cabala, esses pilares explicam "todo mistério e antagonismo, seja natural, político ou religioso. Eles elucidam também a luta procriativa entre homem e mulher". "O Universo", diz Lévi,"está equilibrado sobre duas forças que mantém o equilíbrio, sendo uma a força que atrái e outra a força que repele. Elas existem no mundo físico, em filosofia e religião. Fisicamente, produz o equilíbrio, na filosofia a crítica, na religião a revelação progressiva".

Piper, Leonora. Médium americana que possuía vários poderes, especialmente em matéria de comunicação com os mortos. Entre os que estudaram suas capacidades estavam William James e Oliver Lodge. Em transe, ela recebia mensagens de Bach e Henry Wadsworth Longfellow, o mais popular dos poetas americanos do século XIX. Em 1885, foi pacientemente observada pela Sociedade de Pesquisas Psíquicas, da Inglaterra, que não descobriu qualquer charlatanice.

Pirâmides. Essas estruturas, tão comuns principalmente no antigo Egito, são místicas e simbolicamente interpretadas pelos ocultistas que acham que elas se relacionam com o homem, com o universo e todo o processo da vida humana no planeta.

Pirâmides, Mensagens das. Os hinos e mensagens mágicas que cobrem as paredes das câmaras interiores das pirâmides egípcias. Esses hinos e mensagens eram usados pelo faraó na sua subida para o paraíso.

Pirâmides, Textos das. O mais antigo até hoje conhecido data de cerca de 2500 a.C. e fala de um ritual praticado para garantir a ressurreição do faraó morto. O ritual de embalsamamento, que devia purificar o corpo e revivê-lo, era baseado em rituais anteriores, cujo intuito era trazer o deus Osíris de novo à vida. Os textos das pirâmides falam de rituais de embalsamar, cerimônias fúnebres, encantamentos, hinos, mitos e orações.

Pitágoras (cerca de 582 a.C. - 507 a.C.). Filósofo e místico grego. Parece ter adquirido conhecimentos na Índia e Egito. Como professor, dividia seus alunos em duas classes: os neófitos e os iniciados. Pitágoras ensinava aos alunos os seus conhecimentos, iniciando com um noviciado de três ou cinco anos, durante os quais praticavam um silêncio estrito, vegetarianismo e uma vida simples. Só era visto à noite. Não deixou nada escrito, mas seu pensamento é conhecido através de Empédocles e Platão. Defendia a idéia da reencarnação, afirmando que ele próprio já havia estado no mundo em diferentes épocas. Em meados do século, um de seus discípulos liderou o saque à escola e o seu incêndio. Pitágoras refugiou-se no Templo das Musas, onde morreu depois de quarenta e cinco dias de cerco.

Planetárias, Influências. Os sete planetas reconhecidos pelos antigos astrólogos - Saturno, Júpiter, Marte, Sol, Vênus, mercúrio e Lua - é que supostamente influenciam o desenvolvimento da mente e do caráter do ser humano antes do nascimento. Saturno confere julgamento. Júpiter, generosidade. Marte, ódio e violência. O Sol, conhecimento e memória. Vênus, a luxúria. Mercúrio, alegria e prazer. A Lua, a virtude. A influência de Saturno sobre o corpo humano surge no momento da concepção. Júpiter toma o lugar de Saturno durante o segundo mês, Marte no terceiro, o Sol no quarto, Vênus no quinto, Mercúrio no sexto, a Lua no sétimo, Saturno retorna no oitavo mês e Júpiter ressurge no nono. Ao vir ao mundo, a criança passa a ser inteiramente influenciada por esses mesmos planetas.

Planetários, Anjos. Os cabalistas acreditam que cada planeta tem um anjo maior e outro menor. Entre os planetas dos antigos, os anjos de Saturno são Zaphkiel e Cassiel;
os de Júpiter, Zadkiel e Tachiel; os do Sol, Rafael e Miguel; os de Vênus, Haniel e Anael; e os de Mercúrio, Miguel e Rafael. A Lua tem apenas um anjo, Gabriel. Esses nomes são invocados em encantamentos.

Planetários, Espíritos. Os cabalistas afirmam que há um espírito para cada um dos sete planetas dos antigos. O espírito de Saturno é Aratron; o de Júpiter, Betoi; o de Marte, Phaleg; o do Sol, Och; o de Vênus, Haegit; o de Mercúrio, Ophiel; e o da Lua, Phul.

Planetários, Talismãs. Talismãs feitos durante as horas governadas pelo espírito de cada planeta. O talismã de Saturno, por exemplo, protege o seu condutor contra a morte por apoplexia, câncer e violência e as mulheres contra os riscos do parto.

Plínio, O Velho (23-79). Enciclopedista romano, autor de uma História Natural, onde afirma que a magia existe e "é algo detestável em si mesma, Frívola e falsa, ainda assim contém alguns elementos de verdade".

Poltergeist. Espíritos que surgem para criar distúrbios e brincadeiras inexplicáveis. A palavra quer dizer "fantasma brincalhão". Esses espíritos surgem geralmente na presença de jovens adolescentes, são invisíveis mais capazes de atos físicos que podem perturbar toda uma família. Alguns estudiosos modernos acreditam que o poltergeist não é uma manifestação de espíritos, mas um fenômeno telecinético provocado por adolescentes cuja hostilidade contra os adultos dirige os objetos a distância e inconscientemente.

Porfírio (232-305). Filósofo neoplatônico, discípulo de plotino (205-270). Porfírio acreditava nos demônios e em suas práticas maléficas. Entre os seus trabalhos existe um tratado sobre o retorno das almas.

Post, Sarah. Ultima bruxa a ser julgada nos Estados Unidos. O julgamento data de 1693 e foi realizado em Ipswich, Massachusetts. Sarah foi absolvida após ter sido acusada de ter feito um pacto com o Diabo.

Practicus. Terceiro grau no sistema cabalistico de Aleister Crowley. O iniciado completa seu treinamento e estuda a cabala.

Prana. Segundo os ensinamentos hindus e budistas, Prana é o ar ou a corrente de vida. É usado muitas vezes para forçar o surgimento da Kundaline, ou energia circular. Respiração e mente, dirigidas ritmadamente a um objetivo, são a base da magia sexual.

Precognição. Conhecimento de certos fatos antes que eles ocorram. A palavra designa também a habilidade de predizer o futuro.

Predição. O ato de antecipar o futuro através de várias técnicas desenvolvidas para tal fim. Um dos métodos mais conhecidos é a numerologia (Planeta 132-A, "Dicionário do inexplicado", pag.60).
Várias outras práticas surgiram na Antiguidade, entre os egípcios, chineses, frígios e na Mesopotâmia.

Premonição. Antecipação de um evento, independente da vontade. Os ocultistas acreditam que muitas pessoas têm capacidade de receber mensagens intuitivamente, mas não conseguem desenvolver essa capacidade de forma racional.

Price, Harry (1881-1948). Caçador de fantasmas. Ficou famoso ao expor médiuns charlatães na Inglaterra e, logo depois, criou a Bibliotéca Nacional de Pesquisas Psíquicas, em Londres. Suas investigações sobre o presbitério de Borley Rectory, que ele chamou "a mais fantasmagórica das casas inglesas", gerou uma violenta controvésia entre os pesquisadores ingleses. Lendas sobre uma freira do século XIV, morta após um caso de amor, visões de homens sem cabeça e fenômenos de poltergeist estavam associadas à casa. Price escreveu dois livros sobre os assunto: A mais Mal-Assombradas das Casas Inglesas e O Fim de Borley Rectory.

Psellus, Michael Constantius (cerca de 1020-1079). Filósofo grego. Escreveu sobre alquimia e demonologia e descreveu o círculo de Hécate, deusa da bruxaria, nessas palavras: "O Círculo de Hécate é uma esfera dourada, com uma safira no centro, envolvida por uma tira de couro de boi. Vibrando-os, farão sons ininteligíveis e misteriosos. Um ritual semelhante era praticado pelos caldeus à deusa Hécate."

Psi. Termo de psicologia para designar a capacidade humana para a percepção extra sensorial e psicocinesia, seja latente ou já desenvolvida.

Psicocinesia. Fato físico que envolve pessoas e não pode ser explicado pelas leis naturais conhecidas. Uma pessoa com habilidades psi consegue, por exemplo, usar sua vontade para mover objetos apenas com a força da mente.

Psicodélico. Agentes que produzem alucinações, expansão da consciência, ou experiências místicas. São usados em rituais mágicos por produzirem sensações suscetíveis de interpretações místicas ou ocultas.

Psicometria. A faculdade de descobrir o caráter da pessoa pelo manuseio de um objeto que pertença a ela. Buchanan, um pesquisador da psi, afirma ter descoberto tal faculdade em vários dos seus analisados. A explicação é que um médium pode detectar radiações emitidas por um objeto e usá-las para analizar o caráter da pessoa. O sensitivo Peter Hurkos é mundialmente conhecido por sua habilidade em ajudar a polícia a descobrir criminosos ou localizar pessoas desaparecidas, usando a psicometria.

Psilocybin. Ingrediente ativo dos "cogumelos mágicos" do México.

Psíquicas, Pesquisas. Desde que William James e Oliver Lodge criaram uma base sólida para as primeiras investigações dos fenômenos psíquicos, os pesquisadores acumulavam um vasto número de informações sobre o tema. Várias experiências foram conduzidas sob condições controladas. as, e hoje sabe-se mais sobre aparições, clarividência, psicocinesia, telepatia e vários outros campos.
As conclusões têm sido ou foram publicadas em jornais como Journal of American Society for Psychical Research,Journal of Parapsychology e Proceedings, nos Estados Unidos, e o Jornal da sociedade de Pesquisas, de Londres.

Ptolomeu (Cerca de 100 - 170). Astrônomo da Alexandria, matemático e autor de uma obra de treze volumes conhecida como o Almagest.


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