Os Mistérios da Magia |
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| Quadro 1 - Correspondências | ||
| Sefiroth | Significado | Nomes Divinos |
| 1. Kethe | Coroa - Princípio dos princípios | " Eu sou " Ehyeh |
| 2. Chochmah | Sabedoria - Aspecto masculino da Unidade | Yah |
| 3. Binah | Inteligência Passiva, mãe | YHWH Tetragrama |
| 4. Gedullah | Graça, piedade, Braço da vida | El |
| 5. Geburah | Justiça, mão da morte | Eloah |
| 6. Tiphereth | Beleza, coração | Eloim |
| 7. Nesakh | Triunfo | YHWH Shebaoth |
| 8. Hod | Glória | Eloeh Shebaoth |
| 9. Yesod | Geração | El-Khayy |
| 10. Malkuth | Realeza, harmonia | Adonai |
Senda. Deusa esquimó que regula os mamíferos aquáticos e pune os homens pelas suas maldades.
Sepher Yetzirah. Texto cabalístico atribuido a Adão. Conhecido em português como Livro da Criação, descreve pela primeira vez o poder mágico de combinações das letras hebraicas. O tratado cabalístico discute a criação do universo através do simbolísmo dos dez algarismos e das 22 letras do alfabeto hebreu. Juntos, os dez números e as 22 letras são chamados as 32 partes do conhecimento.
Sete. O número sete está esotericamente associado com vários fenômenos, personalidades e conceitos. Os sete pecados capitais fazem parte da tradição cristã. A Bíblia contém várias referências ao número sete. O sétimo dia do sétimo mês era, entre os israelitas, o tempo em que a festa do sétimo dia devia começar. Fisiologicamente, existem sete órgãos internos. A antiga índia tinha sete deuses. O misterioso culto de Mitra envolvia sete pontes, sete altares. Existem sete salmos de penitência, sete sacramentos. O místico e o sagrado número está também associado com os sete dias sagrados do ano judeu. Deus descançou no sétimo dia. Lugulannemundu, o grande rei sumério, erigiu um templo com seter pontes e sete portas para a deusa Nintu na cidade de Arab, há mais de quatro mil anos. O Livro da Revelação, de São João, está repleto de simbolismos do número sete. Ptolomeu acreditava que a Lua governava o ciclo da vida e morte na Terra e que o seeta era regido pela Lua. Ocultistas afirmam que o número sete governa os ciclos e rítmos da vida. Sua característica é sabedoria e mistério.
Sete Administradores do Paraíso. Trabalho de magia falam de sete administradores do Paraíso, através dos quais Deus comanda o mundo: Bethor, Phaleg, Och, Hagith, Ophiel, Yeadiel e Phul. Os magos usam cerimônias especias para invocar cada um desses sete Espíritos Olímpicos, já que governam duas Esféras Olímpicas, comandando 196 regiões.
Sete Pecados Capitais. Pete Bins Fields relaciona os demônios que têm o poder de provocar as pessoas a cometer os sete pecedos capitais:Lúcifer (orgulho), Mammon (avareza), Asmodeus ( luxúria), Satã (raiva), Belzebu (glutonaria), Leviatã (inveja) e Belphegor (preguiça).
Sexo e Bruxaria. A fusão e interdependência entre sexo e bruxaria, documentadas nos julgamentos de bruxas na Europa, eram completas no século XVI. Geralmente o sabá chegava ao climax quando as velas apagavam e os membros do culto satisfaziam seus instintos. A orgia sexual era descrita como anormal, porque nela se prativa sodomia, homosexualismo e posições consideradas pervertidas pelo pensamento comum da época. Demônios ou o próprio Diabo, depois de assumir a forma de um íncubo ou de um súcubo, atendiam as necessidades sexuais dos participantes. durante o século XV, o ritual da cópula com o Diabo tornou-se parte da orgia. Nos julgamentos de Artois, na frança, as mulheres que participavam do culto disseram ter tido relações sexuais com demônios que tomavam a forma de diferentes animais. Tanto homens como mulheres tinham relações com Satã, que se transformava também tanto em homem como mulher, quando quisesse. Em Arras, também na frança, de acordo com documentos dos tribunais madievais, os participantes de sabá confessaram que todo o corpo do Diabo, inclusive seu pênis é frio. Mas não apenas na bruxaria existe relação com o sexo: no culto dionisíaco também, assim como no budismo tântrico, entre outros.
Sexual, União. A união sexual com o Diabo é um dos elementos essenciais da bruxaria.. Segundo Vance Randolfh, um homem que já faz parte do culto tem relações com uma mulher por três noites seguidas. O ritual ocorre à meia-noite, quando a lua está encoberta. Mulheres iniciadas no culto afirmam que esse processo " gera uma crise espiritual maior do que aquele que os cristãos chamam de conversão".
Shaddai. Um dos nove nomes místicos usados para invocar demônios. Ao mesmo tempo, um dos nomes que constam das lendas rabínicas sobre a hierarquia angélica. Regula a esfera da Lua, causa sofrimentos e perdas e tem controle sobre os espíritos.
Shakti. O grande poder mágico que reside em todo o indivíduo, de acordo com os ensinamentos exotéricos do hinduísmo e budismo. O poder mágico pertence ao adpto, que guarda a shakti em qualquer dos seis chacrasou lótus situados em intervalos ao longo da coluna. O Yoga Vasishtha, uma antiga obra hindú, contém uma descrição clássica do despertar do shakti, visualizada como uma serpente adormecida e enrolada na base das espinha: " Cheia de prana, a kundalini se arremessa para cima. Ela então torna-se dura e ereta, como um pedaço de pau ou uma serpente agressiva. Se os vários orifícios físicos estiverem fechados, o corpo se enche de prana e experimenta mudanças fundamentais em seus componentes físicos e psíquicos
Sheila - Na - Gic. Termo de origem desconhecida que representa o princípio feminino ou da fertilidade. Figuras que simbolizam a Grande Mãe apresentam mulheres sentadas de forma a chamar a atenção para seus órgãos sexuais. Algumas autoridades interpretam sua presença em igrejas da Inglaterra, como em Whittelsford e Cambs, por exemplo, uma prova de coexistência, durante séculos, do paganísmo e do cristianísmo.
Shiva. Em muitos pontos da Índia, Shiva é visto como o princípio masculino, o linga ou falo. Mahadevi é o princípio oposto, feminino, a yoni.
Shri Yantra. Representação da Grande Mãe conduzida pela luz astral, segundo crença da Índia Antiga Os hindus a viam como um modelo de triângulos entrelaçados.
Sibilinos, Livros. Manuscritos sobre os segredos do destino humano. Os livros sibilinos foram atribuídos às sibilas ou profetisas do mundo antigo. Tácito afirma que foram deixados no templo de Júpiter, no Capitólio, em Roma, e levados mais tarde para o templo de Apolo. O que ocorreu depois não é muito claro. Existem oito livros em grego e latim, que são o que restou dos livros sibilinos. Eles contém predições sobre o futuro do homem, escritos em termos misteriósos e simbólicos.
Sibíllia. Bruxa, para os italianos. O julgamento de bruxas na Itália foi iniciado em Milão, a 30 de abril de 1384. A primeira mulher a ser julgada foi acusada de comer todo tipo de animais.
Sideral, Corpo. O espírito ou alma, comumente descrito como radiante e imortal. Ele se liberta quando a morte chega.
Signora. No início do século XVI, as bruxas italianas eram presididas pela Signora, a senhora, que usava um manto de ouro durante o sabá.
Signo. Uma das práticas básicas da magia é a doutrina dos signos ou a lei da correspondência. Os magos acreditam que as caracteríticas externas têm relação com qualidades internas e que sinais externos podem levar a descobrir tudo que é interno e invisível. Em um encantamento que contém o nome de Deus, a luz astrál invoca uma figura que tem a natureza do deus invocado. Escudos mágicos, Yantras e mandalas devem sua origem à doutrina dos signos. Místicos hindus vêem o sinal da Grande Mãe na forma de um Triângulo chamado Shri Yantra. Um sinal da divindade testemunha o sinal do microcosmo sua representação transmitida pela luz astrál. Tudo que existe seja animal, mineral ou vegetal, testemunha o sinal do microcosmo e do macrocosmo. Uma lei oculta de correspondências governa a criação e a operação do universo. Essa lei opera na base da analogia, seja na causa ou no efeito.
Silêncio. Nos julgamentos europeus sobre feitiçaria, a habilidade do acusado em permanecer em silêncio era interpretada como sinal de culpa.
Silvestre II ( ? - 1003). Papa acusado de ser um feiticeiro. Segundo as lendas, estudou magia na escola de Córdoba, Espanha. Lá conheceu o árabe e diz-se que foi o primeiro homem ocidental a trabalhar com os arábicos na Europa. Diz-se também que pediu ajuda do demônio para chagar ao papado. Diz o escultor ocultista inglês Lewis Spence: "Ele foi um dos homens mais sábios do seu tempo, conhecedor da matemática, astronomia, mecânica. Introduziu os relógios e alguns autores creditam a ele a invenção da aritmética como hoje a conhecemos. Não é improvável que seu conhecimento tenha surgido através da magia. Foi também com a ajuda da bruxaria que ele, se diz, descobriu tesouros enterrados e visitou um maravilhoso palácio subterrâneo. Seu túmulo também tem poderes: diz-se dele saem lágrimas quando um papa se aproxima da morte."
Simão, O Mágico. É mencionado na Bíblia e freqüentemente lembrado pelos autores cristãos dos primeiros séculos. Um bruxo convertido ao cristianismo, cuja companheira, Helena, caiu sob o poder dos anjos do mal e ocupou, sucessivamente, um número de corpos mortais, incluindo o de Helena de Tróia. Simão promulgou uma doutrina na qual ele é o primeiro Aeon ou Emanação, a primeira manisfestação da deidade, a palavra, o onipotente.
Simbolismo. A relação do símbolo com e que ele desígna recai sobre a significação e não sobre a aparência. Por isso quando se trata de esoterísmo, de certas religiões e seitas iniciáticas, o símbolo se recusa e quem não aceitou desde logo esse caminho para o conhecimento. Assim, sob um aspecto, o símbolo dissimula, e sob outro, revela. "É no e através do símbolo que o homem, consciente ou inconscientemente, vive, trabalha e é um ser", diz Thomas Carlyle, ensaísta do século XIX. Suas palavras podem ser aplicadas à magia em todas as suas formas. Sob a influência de Freud, C. J. Jung e seus sucessores, o estudo dos símbolos e mitos revelou grande semelhança entre o seu conteúdo e o inconsciente.
Sinistrari, Ludovico Maria (1622 - 1701). Domonoligista italiano. Professor de Teologia na Universidade de Pádua e autor de Sobre Demonologia, descoberto em 1875. Concentrou-se nos problemas que surgem nas relações entre demônios e seres humanos.
Sino. O som dos sinos força dos demônios a abandonar os corpos dos feiticeiros que procuram no sabá. Os recursos usados pela Igreja para excomungar os heréticos são citados na frase " malditos pelo sino, pelo livro e pela vela".
Sistema de Correspodências. Ver Correspodências.
Sisto V (1520 - 1590). Um dos muitos papas ligados à feitiçaria. Foi acusado de fazer um pacto com o Diabo para com isso chegar a cadeira de Pedro, onde ficou de (1585 - 1590).
Sítios Assombrados. Na Irlanda e nas casas de campo da Inglaterra, em fazendas abandonados e antigas cidades européias, o fantasma está presente. A aparição surge de várias formas, como ectoplasma ou sombra. Algumas vezes apenas sua voz é audível, seja em grunhidos ou lamentações. Normalmente, surge à noite. Apesar de várias tentativas, não foi possível provar em definitivo a não-existência dessas aparições e persiste a questão sobre os motivos que trazem tais espíritos a esses locais.
Smaragdine, Tábua. Trabalho de alquimia publicado no século XVI e atribuído a Hermes Trismegisto. Condensa toda energia em apenas uma página. Certos maçons e cabalistas afirmam que essa tábua foi encontrada pela mulher de Abraão no corpo de Hermes.
Smith, John (1602 - ? ). Conhecido por "Garoto de Leicester". Em 1607, aos cinco anos de idade, acusou várias mulheres de feitiço. Mais tarde, em 1616, levou mais nove pessoas à forca. Foi, finalmente, preso por James VI, rei da Escócia.
Sociedade pela Reparação das Almas. Seita oculta fundada na França, em 1859. Era centrada na magia sexual. Em pelo menos uma ocasião, foi praticado um ritual de sacrifício.
Sociedade de Pesquisas Psiquícas. Os fenômenos associados à clarividência, premonição, telepatia e práticas similares são conhecidos desde à pré-história. A pesquisa desses fenômenos, no entanto, só foi iniciada no século passado. Em 1882, a Sociedade de Pesquisas Psíquicas surgiu na Inglaterra. em 1885, surgiu uma sociedade similar nos Estados Unidos, dissolvida em 1905. Um ano antes havia surgido, também na América, o Instituto Americano de Pesquisas Ciêntíficas, mais tarde chamada Sociedade Americana para Pesquisas Psíquicas. Sociedade similares se estabeleceram em outros países, especialmente na França, em 1620.
Solar, Influência do Sistema.
Em astrologia, em casos externos, os corpos do sistema solar exercem as seguites influências: vida pública. Mercúrio: comércio. Vênus: atividades sociais. Marte: armas de guerra. Júpiter: prosperidade
material.
Saturno: miséria, pobreza. Urano: poder, autoridade. Netuno: movimentos populares. Plutão: organizações idealistas.
Sofisticação. União mística com o poder do sol. Era uma das metas do mitraísmo.
Sommers, William. Mais conhecido como " Menino de Notthingham", ficou famoso através do primeiro exorcista inglês, John Darrell. Em 1597, Darrell foi chamado para exorcizar Sommers. Um incidente seguiu-se a outro e Sommers acabou acusando várias pessoas de bruxaria. Sommers, no fim, admitiu ter mentido.
Sonho. Para os antigos , expecialment os gregos, o sonho era uma ligação entre o estado atual e o futuro. Os sonhos eram vistos como uma espécie de predição do futuro e então interpretados. Um famoso livro dos sonhos, que incluía interpretações, foi escrito por Artemidoro, que viveu no século II. Na literatura bíblica, os sonhos eram o mesmo que prognósticos. Para Xenofonte, ler os sonhos era uma forma de adivinhação. Para Freud, o sonho sempre tem relação com um desejo.
Sortilégio. Bruxu françês que invocou dois demônios, Avarus e Superbus. Foi queimado em 1737.
Soulis, William. Nobre escocês do século XIV, conhecia e professava o satanísmo e acredita-se que tenha feito sacrifícios humanos. Conhecido como Lord Negro do Hermitage, diz-se também que fez um pacto com o Diabo.
Spare, Austin Osman (1886 - 1956). Artista e membro da ordem da Gold Dawn (Aurora Dourada). Usava pinturas simbólicas para invocar forças da natureza. Afirmava que podia mover um peso sobre-humano através da visualização de uma imagem desse peso. morreu na Inglaterra, miserável e esquecido.
Spence, Lewis. Escritor Inglês e popularizador do oculto. Seu principal trabalho, Uma Enciclopédia do Ocultismo, foi publicado em 1920.
Spina, Alfonso de. Teólogo espanhol do século XV. Foi o autor do primeiro livro sobre bruxaria publicado em Estrasburgo, França. Acreditava na existência de dez tipos de demônios.
Spina, Bartolomeo. Teólogo e autor de Sobre as Bruxas, Publicado em 1523. Advogava a evidência expectral para descobrir magos e expressava sua convicção nas relações sexuais com demônios e na metamorfose.
Staus, Poltergeist de. Entre 1860 e 1862, nas margens do lago Lucerna, na vila de Staus, na Suíça, uma série de poltergeist ocorreu na casa de M. Joller, advogado e membro do conselho nacional suíço. Finalmente, o poltergeister começou a perseguir o próprio dono da casa e eram ouvidas palavras estranhas. O tumulto foi assistido por várias vezes pela população da vila e só cessou quando Joller e sua família mudaram-se dali.
Stevenote de Audebert. Bruxa francesa. No seu julgamento, em 1616, ela confessou Ter feito um pacto com o Diabo.
Stigmati Diaboli. Marcas deixadas pelo Diabo. Sua marca ou selo (Sigillum diaboli) foi freqüentemente confundido com a marca de bruxas.
Stonehenge. Ruínas megalíticas na Inglaterra. Eric Newman, discípulo de C. J. Jung, em seu livro A Grande Mãe: Uma exploração do Arquétipo, vê o trilítero (duas pedras colocadas lado a lado, com uma deitada sobre elas), um monumento comum desde à pré-história, como um símbolo da Grande Mãe, ou ventre, dando à luz, a cada ano, o deus morto. Erich Von Deniken é da opinião que Stonehenge é uma evidência da presença na terra de extraterrestres que viveram entre os habitantes deste planeta para instruir nossos antepassados nas ciências e nas artes.
Strix. Designação medieval para bruxa. A palavra está associada etimologicamente com "guincho de coruja". Acreditava-se que a strix sugava o sangue das crianças.
Suástica. Símbolo em forma de cruz, surgido na Idade do Bronze, sob várias formas, na Europa e Ásia. Deriva da palavra sãnscrita que significa propriedade e foi usada por várias religiões antigas, na Índia, China e Japão, por tribos indígenas na América Central, do Sul e do Norte. Como talismã da sorte a quem a usa.
Súcubo. Espírito do mal que toma a forma de mulher com o propósito de Ter relações sexuais com um homem.
Summis Desiderantes. Bula papal, promulgada por Inocêncio VIII a 5 de dezembro de 1484, contendo a teoria da magia e da demonologia. Ordenava a Kramer e Sprenger, dois inquisidores da Ordem dos Frades Pregadores, que procedessem com firmeza na supressão dos heréticos.
Superstição. Embora definida como crença ou prática irracional que atribui características sagradas a fatos ou acontecimentos distruídos de qualquer transcendência, ocultistas modernos afirmam que há um fundo de verdade em toda superstição. Como escreveu Eliphas Lévi, "as superstições são instintivas, e tudo o que é intuído é infundado na natureza das coisas. Os céticos de todos os tempos sempre pagaram pelo descuido em relação a isso".
Suplicante. Em magia suplicante deseja a fusão momentânea da consciência individual com a suprema consciência. Suplicar, pedir a ajuda das forças sobrenaturais é, antes de tudo, uma cerimônia, mas no ritual mágico não deve ser apenas um movimento mecânico habitual dos lábios: é um ato que envolve vontade e mente. Antes de fazer seus pedidos, o mago precisa Ter guardado jejum por pelo menos três horas. Deve meditar por cinco minutos, depois de respirar profunda e calmamente por três vezes. É necessário, então, que se curve em direção aos quatro pontos cardeais, começando pelo leste, invocando cada um dos espíritos ou anjos desse pontos. Após completar o ciclo, deve meditar por mais três minutos, voltar-se par o leste e orar, com os braços estendidos, as palmas para cima.
Surin, Jean-Joseph. Exorcista do século XVII. Foi chamado par exorcizar as famosas freiras Ursulinas, de Loudun, França. Teve sucesso no convento, mas foi possuído pelos demônios, que inferiorizam sua vida durante vinte anos
Swedenborg, Emanuel (1688 - 1772). Um dos grandes místicos de todos os tempos, provavelmente mais influenciado pela teosofia do que qualquer outra filosofia. Astrônomo, matemático, psicólogo, naturalista, filósofo, teve a consideração de seus contemporâneos. O escritor ocultista inglês Lewis Spence escreveu que "aos 55 anos houve uma profunda mudança no caráter de Swedenborg. Até aí havia sido cientista, legislador e um homem de ação. Nesse momento começou a entrar na região de coisas espirituais, que o levaram a se separar inteiramente das práticas materiais. Sua entrada no mundo espiritual, sua iluminação, começou com sonhos e visões extraordinárias. Swedenborg dizia Ter ouvido conversas maravilhosas que o levaram a criar uma nova igreja. Disse que seu espírito estava tão aberto que podia ver céus e infernos, conversar com anjos e espíritos. Em seu trabalho Céu e Inferno, fala sobre influência e reciprocidade - correspondências. Pela correspondência, o homem pode comunicar-se com o céu e com os anjos, se possui a ciência dessas leis.